sexta-feira, 30 de setembro de 2022

Storyboard e Stopmotion (dupla)

Utilizando as imagens dos colegas (corte, sombra, dobra e luz II), foi criado um storyboard e posteriormente um stopmotion baseado nele. Como foi dito em sala de aula, nosso stopmotion introduz a sensação de imersão e efeito de cores fortes divergentes, o preto e o branco, mas ao final perde essa sensação em decorrência das formas sobrepostas da última imagem. Ademais, o tempo de tela previamente disposto para cada frame seguiu conforme planejado no storyboard. 

Gostaria de adicionar também que para essa dinâmica percebi um avanço pessoal - em cerca de 0,1% - ao que se trata da autoconfiança para executar o trabalho.

Até então esse segue sendo o trabalho mais prazeroso (e difícil) que executamos.

Dupla: Mariana Murta

Storyboard


Stopmotion




segunda-feira, 26 de setembro de 2022

Storyboard Individual

 



Para essa atividade, foi solicitada a criação de um storyboard que fizesse uso das imagens de luz e sombra feitas em aula. Assim, para a elaboração do meu projeto, usei as imagens e elementos de imagens de alguns colegas, além do uso de cores. 

Alguns elementos também se fazem necessários no momento de produção do storyboard, como o tempo de tela de cada frame, os movimentos de "câmera" e a legenda simplista que direcionam os acontecimentos em cada tela.

sábado, 24 de setembro de 2022

GIF Animação Imersão Temporal

 A pedido dos professores, foi trabalhada a produção de um gif a partir, novamente, das imagens de Luz e Sombra II dos colegas. Para esse trabalho, utilizei as imagens do meu colega Gabriel Rodarte e da minha colega e amiga, Kimberlly Viviane.

Ainda que a imagem tenha tido algum tipo de sentido concreto, acredito que tenha havido uma melhoria em relação ao trabalho da colagem e a montagem do gif no que diz respeito a abordagem mais abstrata solicitada pelos professores. 




quinta-feira, 22 de setembro de 2022

Imagem síntese (coletiva)

 Para o trabalho da criação de uma imagem síntese, a finalidade era a exploração e autodidata das ferramentas do Photoshop através dos conhecimentos adquiridos por cada um dos alunos componentes dos grupos.


Grupo: Clara Dias, Isabel Soares, Karine Meira, Lídia Horta, Lucca Pessoa e Luíza Ventura


Cada componente do grupo ficou responsável por um determinado grupo de ferramentas ( Seleção; Edição; Layers e Máscaras; Desenho e Texto; Ajustes de Imagem, Filtros e Actions; Formatos e Como Salvar), e teve que trabalhar essas ferramentas individualmente na criação da imagem síntese enquanto demonstrava para os colegas como se fazia o processo.

Meu grupo de ferramentas foi a Seleção, e fiquei responsável pela seleção (sério?) de um determinado "objeto" de uma imagem dos trabalhos de Luz e Sombra II. Após isso, a imagem continuou sendo alterada pelos componentes do grupo até a parte final, Como Salvar.

O trabalho foi de fácil execução, sendo o maior desafio conciliar os horários dos colegas para reunião, visto que foi solicitado fora do horário de aula.



quarta-feira, 21 de setembro de 2022

Imagem Síntese

A seguinte imagem pertence ao trabalho de "Luz e Sombra II" da aluna Lídia Horta e apresenta-se alterada com uma colagem.



Para essa colagem usei figuras humanas proporcionais à linha do horizonte que, aliadas a imagem sobreposta de um pôr do sol ao fundo, dá sentido concreto e afirma minha visão de mundo, onde tudo deve fazer algum sentido.
O objetivo do trabalho era exatamente o oposto do que propus com essa colagem. A intenção de se utilizar as imagens de Luz e Sombra para a produção da imagem, era propor montagens abstratas e fugir da nossa 'visão de mundo', ou melhor dizendo, trabalhar nosso lado criativo propondo figuras que não remetem a objetos ou situações do mundo real.
Ao fim, pretendo - e espero - gradativamente perder essa visão e trabalhar meu lado mais criativo não somente nos limites educacionais da universidade, mas também fora dela.
 

Análise da Composição Luz e Sombra - Laura Constantino Valença

O objetivo aqui é fazer uma análise crítica estruturada sobre a composição da atividade de Corte, luz e sombra II que aparece anterior a minha. Sendo assim, a composição será da minha colega Laura Constantino Valença.




A suavização das dobras usadas para compor o objeto e baixa textura trazem a sensação de leveza e, na minha percepção, trazem também a sensação de tridimensionalidade e maior perspectiva. No jogo de sombra e luzes usadas, me agrada o fato de termos a exploração da escala cinza: desde o preto nas bordas, ao cinza médio, cinza claro e o branco nas partes iluminadas.  A escolha da superfície, lisa e sem texturas, acentua a leveza que eu disse anteriormente, e em adição aos pontos positivos da imagem, devo elogiar a qualidade e ângulo das fotos que deixam o objeto ao mesmo tempo visivelmente bonito e misterioso.
Em relação ao layout escolhido, acredito que se reposicionarmos as imagens teríamos maior visibilidade e exploração dessa escala de cores; nesse caso se colocarmos a imagem 2 no lugar da 4, a imagem 4 no lugar da 3 e a imagem 3 no lugar da imagem 2. Em adição, colocar as fotos em sequência ao invés da disposição em dupla tornaria esse efeito mais evidente. Mas isso é questão de gosto pessoal, é claro, a intenção aqui pode ter sido exatamente colocar esse contraste entre claro x escuro.
Ademais, um pequeno ponto que acredito ser um feixe de luz (dadas as circunstâncias creio que podemos chamar assim) no centro da primeira imagem, chama a atenção para ele e perde-se o foco do objeto por breves segundos. Há também um contraste entre a sombra e o branco luminoso em certas imagens, se reposicionasse a câmera um pouco mais acima e/ou diminuísse a escala de brancos na edição diminuiria também esse contraste e a imagem ficaria mais uniforme.

segunda-feira, 19 de setembro de 2022

Pesquisa - Fotógrafos

 

O trabalho foi feito em grupo e consiste em pesquisar sobre os devidos fotógrafos abaixo e postar uma fotografia de cada um. Nos organizamos de tal forma a escolhermos as fotos em conjunto, portanto as avaliações e comentários são os mesmos.

Albert Renger-Patzsch

Albert Renger-Patzsch (1897-1966) foi um dos fotógrafos mais influentes do século passado,  nascido na Alemanha, ficou conhecido como um dos maiores representantes da Nova Objetividade alemã, movimento artístico que surgiu após o final da Primeira Guerra Mundial que, em termos gerais e como reação ao expressionismo, buscava representar o mundo da maneira mais objetiva possível.

A fotografia acima foi escolhida, por ilustrar bem a ideia de luz e sombra que vem sendo estuda nas últimas aulas, o contraste e as diversas tonalidades de sombras produzidas pelo conjunto de rolos de linhas é interessante de ser observada, principalmente na parte superior da foto, onde há um degradê que vai da escuridão à luz. Ainda que Albert seja representante da objetividade, a imagem se torna ainda mais interessante pela possibilidade de ser interpretada de diversas formas, dado que olhando rapidamente não será óbvio que é um conjunto de linhas.


Robert Mapplethorpe


Robert Mapplethorpe, Joe / Rubbermann, 1978
Robert Mapplethorpe foi um fotógrafo estadunidense, conhecido pela sensibilidade no tratamento de temas controversos e no uso do preto e branco na fotografia. 
Mapplethorpe pode ser considerado um dos mais interessantes fotógrafos da segunda metade do século 20. Seu trabalho abrangia uma variada gama de interesses, indo de retratos de celebridades, nu artístico, auto-retratos e imagens de flores

Escolhemos essa imagem porque as obras do Mapplethorpe são muito expressivas e essa imagem é uma boa representação do seu trabalho, ela consegue transmitir uma mensagem por si só, devido às tonalidades do preto e também a posição que a pessoa está no banco. Além disso, o fundo também é uma característica muito interessante, pois conduz o foco no que é importante. 

Ademais, a variação de textura entre os elementos como o tecido da roupa, a madeira do chão e assento, e o plástico da parede combinados às tonalidades de luz e sombra potencializam o valor estético e artístico da obra.


Sebastião Ribeiro

Sebastião Ribeiro Salgado Júnior é um fotógrafo brasileiro, nascido em 1944, com graduação e mestrado em Economia. Fez sua primeira sessão de fotos em uma viagem a trabalho para a África nos anos 70, e logo em seguida se tornou fotojornalista independente. Suas fotos (sempre em preto e branco) tem caráter de denúncia. Em 2017 ele tomou posse de uma cadeira da Academia de Belas Artes da França, sendo o primeiro brasileiro a ser imortalizado na instituição.

Escolhemos essa fotografia devido às tonalidades apresentadas, principalmente na fumaça, que mostram com clareza o conceito de luz e sombra estudado nas aulas anteriores. O contraste entre o canto superior esquerdo da foto e a parte da direita-centro, onde está concentrado o fogo, por exemplo, chama muito a atenção e entra muito bem na discussão apresentada.


Otto Steinert

Otto Steinert, nascido em 1915, foi um fotógrafo alemão que, além disso, cursou medicina entre 1934 e 1939 e atuou como médico durante a Segunda Grande Guerra. Foi enquanto estudava que Steinert se interessou pela fotografia e aprendeu sozinho a dominar a área. Otto veio a óbito no ano de 1978, em Essen.

Ele provavelmente usou o recurso da exposição prolongada para gerar essa imagem q parece estar em movimento, provavelmente num ambiente de luz controlada para não estoura a foto, e a modelo fixando o rosto em duas posições para gerar essa imagem q parece estar em movimento


https://elpulpofoto.com.br/mapplethorpe-guggenheim-pt/

https://www.hypeness.com.br/2016/03/conheca-o-trabalho-visionario-de-robert-mapplethorpe-fotografo-que-foi-amante-de-patti-smith/ 

domingo, 18 de setembro de 2022

Objeto de Papel II e Ensaio Fotográfico

 Dinâmica de objeto de papel, luz e sombra feita em casa.






Essa é a continuação do trabalho com o papel branco A4 do último post, agora feito em casa após as críticas feitas acerca do primeiro trabalho.
Para essas fotos eu escolhi utilizar um lençol branco como base. Pode perceber que em algumas fotos têm uma certa texturização nessa superfície (que não foi proposital, eu só fiquei com preguiça de usar o ferro de passar), e o uso da luz e sombra também foi consequentemente trabalhado nessas dobras. 
Apesar de em algumas fotos ainda haver aquele fator problema de se relevar muito o objeto, em outras é possível ver melhor uso dos ângulos comparados ao trabalho anterior. Para esse trabalho foi utilizado também, além de luz artificial, o filtro preto e branco para acentuar as sombras no objeto, que interagem tanto na superfície escolhida quanto no próprio objeto.
Reconheço melhorias em relação aos dois trabalhos feitos até então e consegui aplicar um pouco das críticas feitas ao primeiro trabalho neste segundo. 
(Um comentário à parte: me disseram que meu objeto de papel 2.0 está similar a uma seita conhecida. Deixo claro, caso você também tenha tido essa percepção, que isso definitivamente não foi intencional, hein!)


Objetos de papel, luz e sombra

 Dinâmica feita no Museu de História Natural da UFMG no dia 15/09. 

A dinâmica em questão consistia em utilizar uma folha de papel branco A4 comum para fazer cortes e dobraduras e, após esse processo, colocá-la sob a luz do sol, projetando sombras tanto interativas objeto de papel nele próprio, quanto objeto de papel e superfície escolhida.

Como podem ver nas fotos, o espaço escolhida por mim não foi de bom aproveitamento ao que se trata do comportamento da luz e sombra na interação do objeto de papel com a superfície. Em relação a interação do objeto de papel com ele mesmo, também não obtive bons resultados devido a exposição do objeto à luz do sol diretamente, mas ainda assim se nota mais o comportamento da luz e sombra nessa segunda interação do que na primeira. Ademais, nota-se pouco uso dos ângulos que poderiam ter sido trabalhados durante a fotografia do objeto, revelando muito sobre ele e deixando pouco para a imaginação, além de deixar à mostra projeções ao fundo, de pessoas e outros objetos, que tiram o foco do papel.

Como podem perceber, sim, tenho muitas críticas acerca do meu "projeto" nessa dinâmica, mas elas fazem parte da experiência e devem ser usadas para trabalhar seu senso crítico (quem diria!) nos próximos trabalhos. 

Agora no fim, depois de tanto falar sobre papel dobrado e rasgado no sol de meio dia, posso dizer que a dinâmica foi divertida de um modo geral; pude trabalhar com minhas amigas, ri e no final ainda rolou bolinho pra Juju (aniversariante do dia). Espero voltar no Museu algum dia futuramente, mas dessa vez sem papel branco A4.


A Luísa deixou a foto mais bonita



quarta-feira, 14 de setembro de 2022

Dinâmica de desenhos rápidos

Para essa dinâmica feita ao fim da aula, fomos direcionados para o exterior da Escola de Arquitetura e nos posicionamos todos em frente a uma árvore. O objetivo aqui era soltar o traço e, como já enuncia essa publicação, fazer desenhos rápidos dessa árvore em questão. 

Para cada desenho foi imposto um tempo limite para a finalização (5 minutos, 2 minutos, 1 minuto e 30 segundos), e o último foi feito em conjunto dando continuidade no desenho do colega.


5 minutos

Da esquerda para a direita, cima para baixo: 2 minutos, 1 minuto e 30 segundos

Feito em conjunto com outros alunos


Exposições visitadas no CCBB e Palácio das Artes

 Antes de mais nada deixo claro nessa publicação que não lembro, tampouco anotei, o nome dos artistas ou das artes. Essa será simplesmente uma pub sobre minhas impressões das obras que mais me chamaram a atenção em ambas as exposições.
                   

Um rápido prelúdio

Eu havia escolhido o horário das 10 da manhã para a visitação no CCBB, entretanto devido às condições de trânsito (para não mencionar a minha lerdeza), me perdi e cheguei atrasada. Por consequência tive que pegar o ingresso no horário das 12 horas e que, coincidentemente, era o horário das visitações guiadas (além disso ainda ganhei umas fotos bem conceituais das obras que vão ficar ótimas no meu quarto. Acho que chegar atrasada às vezes é para um bem maior).

Tendo isso em mente, acredito que o sentido visual e social das obras aqui mencionadas tiveram maior impacto nas minhas escolhas para essa publicação. 


CCBB - Brasilidade Pós-Modernismo, 2022


A começar pela exposição do CCBB, Brasilidade Pós-Modernismo, chama a atenção a primeira obra a que temos contato, e a que mais me traz significado.
Em resumo, a obra apresenta uma árvore com longas raízes e um objeto colocado em seu tronco que a impede de crescer. O objeto em questão se trata de uma papeleira que pertencia a um senhor de engenho, que nesse caso era o avô do artista.
O Brasil é um país riquíssimo em cultura e miscigenado; sabemos que essa miscigenação foi construída - pelo menos no início, lá no século XV - principalmente por indígenas que já residiam aqui antes da chegada dos portugueses, pelos Europeus e também por escravos trazidos da África no século início do século XVI, início da produção açucareira no Brasil e surgimento dos Senhores de Engenho. Por isso a árvore, sacou? Ela é nossa Árvore Genealógica. 
Em contraste com essa história miscigenada, houve no Brasil, no século XIX, uma política de branqueamento que consistia, basicamente, em queimar os registros de pessoas vindas da África ou com descendência africana. Aí que entra a papeleira; os registros na época eram feitos somente em papel, nada de computadores ou smartphones, isso viria só depois lá no final do século XIX e início do século XX. 
Para finalizar esse texto-comentário, os elementos escolhidos pelo artista nessa obra (uma árvore com longas raízes e uma papeleira de um antigo senhor de engenho impedindo seu crescimento), transmitem - pelo menos para mim - uma pergunta crescente: "Como quebramos a papeleira que impede o crescimento da nossa árvore genealógica? É possível quebrá-la ou temos que encontrar outra forma de fazê-la crescer, esticando raízes?". Qualquer que seja a intenção do artista, o intuito da obra certamente é nos fazer olhar para o passado no presente e pensar. Afirmo que ele atingiu o objetivo.



Admito que escolhi essa exposição, inicialmente, pela beleza estética e riqueza de paleta de cores; temos essa tonalidade que acho que posso chamar de Terra-Cota, tons de preto, amarelo, verde e outras mais.  
O interessante sobre essa obra é que essas tonalidades foram retiradas de terras, minérios e pedras localizadas pelo Brasil (olha aí um mapa da região ao lado das amostras das cores encontradas), e é utilizada para criar tintas sem produtos tóxicos ou abrasivos. Junto à isso, nos faz pensar sobre as riquezas naturais diversas do Brasil. Afinal, quando se fala da cor da terra, de que cor você a imagina? Marrom, vermelha? A resposta da artista é simples: a terra brasileira é de todas as cores.
Que cor a terra tem?



Por fim, a obra que chamo de 'Ambiguidade' (nome de arte moderna conceitual, né? Mas não é o nome verdadeiro não, esse me foge à memória).
Essa obra é de um artista que teve um relacionamento romântico com uma mulher de descendência indígena (a mesma artista da tapeçaria de cobra na mesma galeria), e representa o espaço. Mas percebe o quão colorido e cheio de linhas e formas ele é? Pois bem, na crença indígena esse espaço contém toda a nossa ancestralidade e culturas e pra afirmar isso, a pintura mostra formas que aparecem e depois se perdem nesse espaço (tenta dar um zoom e achar alguma forma ou desenho).
Eu consigo ver o espaço, figuras que aparecem e depois se perdem e dão lugar a outras, mas ao mesmo tempo vejo cidade e relevo. 
Chamo de ambiguidade porque o que é a cidade senão uma representação da nossa ancestralidade? Locais onde figuras e formas aparecem e depois se perdem no espaço urbano, histórias que nos acompanham mesmo que imperceptíveis. Não estaríamos na cidade de hoje se não fosse a cidade de ontem, a Grécia, a Mesopotâmia. O que seriam elas se não nossas ancestrais? Marcadas no tempo e no espaço, figuras que apareceram e se perderam mas que são parte da nossa história.
Para mim, essa obra é ambígua. É espaço e é cidade.



Palácio das Artes - Faz Escuro Mas Eu Canto, 34ª Bienal de São Paulo


Por mais que eu quisesse fazer texto-comentários como os anteriores, não poderia. Durante minha visitação ao Palácio das Artes, não consegui realmente me direcionar pelas galerias, admito tristemente que fiquei perdida. Fiz o registro somente de uma exposição e não sei ao certo o intuito do artista ou minhas interpretações, portanto não tenho comentários a adicionar senão que minha escolha foi guiada puramente pelo aspecto estético. Espero ter a oportunidade de retornar e observar as demais exposições.




domingo, 11 de setembro de 2022

Primeira aula - Desenho de observação da EAU UFMG

 Ainda na primeira aula, uma segunda demanda foi solicitada após o retorno da Praça da Liberdade. Dessa vez, faríamos mais dois desenhos: um da perspectiva externa da Escola de Arquitetura, e outro da perspectiva interna, também da Escola. Além disso, para esses desenhos deveria ser aplicado o ponto de fuga: um deles deveria ser feito utilizando somente um único ponto de fuga, enquanto o outro seria feito a partir de dois pontos.

Fachada da Escola de Arquitetura da UFMG 
(dois pontos de fuga)


Hall de entrada da Escola de Arquitetura da UFMG
(um ponto de fuga)


Em comparação ao primeiro desenho, posso dizer que tive mais dificuldade utilizando os pontos de fuga do que fazendo o desenho a partir de uma percepção inteiramente visual. Mas, assim como dito no trabalho anterior, trabalharei essa perspectiva nas férias e tentarei refazer os desenhos de outros ângulos.

Primeira aula - Desenhos de observação da Praça da Liberdade

A primeira aula da disciplina, feita ao ar livre na Praça da Liberdade, tinha como finalidade o desenho a partir da percepção visual, ou seja, um desenho de observação. Para essa dinâmica, foram solicitados dois desenhos: um deles deveria se tratar do Edifício Niemeyer, e o outro poderia ser escolhido livremente. Para a escolha do segundo, escolhi o Espaço do Conhecimento da UFMG.


Edifício Niemeyer


Espaço do Conhecimento da UFMG

Em resumo, tive certa dificuldade para representar os edifícios (percebe-se o déficit de habilidades de desenho). Espero trabalhar mais os desenhos de observação nas minhas férias, refazendo esses dois edifícios de uma percepção diferente, e desenhando outras construções de outros lugares.

O Meu Lugar





 Mulher tagarela, do riso frouxo e coração grande, me chamo Isabel, ou melhor, Bell. Aos 19 anos sou apaixonada por boxe, basquete, livros (principalmente de terror e suspense), filmes, animes, minha gatinha, a Chelsea, arquitetura e design de interiores. Gosto dos almoços de domingo em família, de andar na natureza, ver o pôr do sol e as estrelas, prosear com meus amigos na calçada vazia ou num barzinho duvidoso, escutar música e dançar ao redor da casa, cozinhar e viajar para outros lugares com outras culturas.
 
 Nasci e cresci em Turmalina, uma cidadezinha do interior de Minas com menos de vinte e cinco mil habitantes. Em busca de novos ares e experiências, deixei a tranquilidade e comodidade da minha cidade - para não mencionar meu pai e amigos - para me aventurar na cidade grande, aqui em Belo Horizonte, e cursar Arquitetura e Urbanismo na tão aclamada UFMG. 

Uai sô, de onde surgiu seu interesse pela arquitetura? 

Acho que desde que passei a viajar para cidades além do Vale e pude notar a arquitetura (na época eu chamava de casa bonita) como ferramenta visual da desigualdade social. Depois disso, agora já com 16 anos, percebi a arquitetura como ferramenta de socialização e conexões; ela não cria as conexões, mas sim espaços que permitem que elas sejam possíveis. Ou talvez meu interesse tenha surgido bem antes disso, quando eu jogava jogos de decoração e construção e imaginava como seria minha casa no futuro, muito diferente das que haviam na minha cidade, com formas e ângulos peculiares, uma parede amarela destacada do lado de fora só porque é minha cor favorita, e uma varanda para poder assistir ao pôr do sol. 

Acho que nunca saberei ao certo, mas sei - ou acho que sei, mas isso são uns noventa por cento de certeza - de que agora, com 19 anos, arquitetura é a área que quero seguir, e talvez a única que sempre quis.

A criação do blog - outro que não meu blog pessoal do tumblr - foi em razão da disciplina de Projetos, Ateliê Integrado de Arquitetura, ou AIA para os íntimos. Aqui vocês vão achar todos meus trabalhos pouco talentosos mas que, espero, terão uma evolução significativa ao final do curso no que se trata da minha evolução pessoal.

Banner da Intervenção

Por último, realizamos a produção de banners - no meu caso - e cadernos técnicos, onde falamos sobre os objetivos da intervenção, materiais ...