Na aula virtual do dia 06/10 feita através do aplicativo de encontro virtual, Zoom, foi feita a dinâmica de sintegração, na qual fomos divididos em quatro salas simultâneas para discutirmos determinados assuntos. Os alunos de cada sala foram divididos em três papéis nas seguintes categorias: debatedor, crítico e observador.
Devido a um incidente com minha internet, participei somente da primeira rodada da dinâmica como observadora, na sala 4, cujo tema tinha como intuito " discutir a relação das lógicas finalísticas ( destino/ região/ previsibilidade), causalística ( doutrina do progresso/ desenvolvimentismo/ positivismo / determinismo ), e programática ( abertura para o acaso/ indeterminismo / incerteza ) com as novas tecnologias e com as possibilidades de virtualização e potencialização".
Tendo em vista que atuei como observadora, meu papel era somente ouvir e absorver o que foi discutido entre os debatedores e críticos.
Sendo assim, minha percepção de modo geral, foi ampliada ao que se trata de 1. a problemática do uso das tecnologias quando se é utilizada como fator de segregação, uma vez que o alto custo das mais novas tecnologias não são acessíveis a todos, o que dificulta esse processo de inclusão, além da demanda por novas atualizações e aparelhos afim de acompanhar o processo evolutivo da indústria tecnológica (o que remete à finalística, no sentido de que onde houver demanda será o destino dessas tecnologias, e da causalística no sentido do ideal devenvolvimentista); 2. o uso da tecnologia como fator de potencialização, virtualização e interação. Há exemplo podemos citar, como foi mencionado durante a sintegração, o uso da tecnologia e das mídias sociais como forma de amplitude de cultos religiosos, principalmente durante a pandemia, através de lives no instagram. Ainda nesse exemplo, temos o instagram, ferramenta de mídia social criada inicialmente para a postagem de fotos, que se tornou ferramenta de uso de outras finalidades, como lives para cultos religiosos durante a pandemia. Aqui, de certa forma se encaixa a lógica programática, no sentido de que os criadores da rede social não tinham o intuito de criar o aplicativo com essa finalidade mas que, devido as circunstâncias, foi utilizado para tal.
Finalizando o que foi dito até aqui, entendo a importância do uso da tecnologia ao que se trata da inclusão e interação na vida cotidiana das pessoas e, de certa forma, ainda que turva, o papel do arquiteto nesse meio em uma fase tão desenvolvimentista em que nos encontramos.
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